segunda-feira, 19 de julho de 2010

Saída de emergência? Tome um sorvete antes!!!

Quem fosse fazer compras no BOMPREÇO da Garibaldi no último dia 12 e precisasse utilizar a saída de emergência do supermercado ia ter um pouco de dificuldade para isso.

Os funcionários da empresa colocaram, conforme a foto tirada por mim, que estive por lá fazendo o dever de casa, um baita de um freezer justamente na porta que dar acesso a saída de emergência.

Talvez os mesmos achassem que na correria, alguém podia querer tomar um sorvetinho. Pois sim.

domingo, 4 de julho de 2010

Pistoleiro, a mando de empresa de mineração, ameaçam comunidade rural

Atualmente, uma das principais ameaças às comunidades rurais do norte da Bahia é o avanço das empresas de pesquisa e exploração mineral. Geralmente, as empresas chegam às comunidades sem o consentimento das famílias ou fazendo promessas de geração de emprego e progresso. Em alguns casos, quando as comunidades não aceitam a presença da empresa, há ameaças e riscos para as famílias, como está acontecendo no município de Sento-Sé, Bahia.

Segundo relatos de moradores da comunidade de Campo Largo, no município de Sento Sé, no dia 27 de abril deste ano, um grupo de pessoas falando em nome da empresa Biobrax S/A e do engenheiro Enoque Domingos de Oliveira Junior procurou a presidente da Associação de Fundos de Pasto dos Pequenos Produtores de Campo Largo, Carmem Alves Batista, oferecendo dinheiro, com o objetivo de conseguir a adesão dela para que convencesse a comunidade a aceitar a pesquisa mineral na comunidade.

Por conhecer os impactos e a destruição que as mineradoras causam às famílias rurais e à natureza, a presidente da referida associação recusou a proposta. Segundo a própria Carmem, diante da sua recusa, no dia 5 de maio, um morador da comunidade que trabalha para a empresa a ameaçou de morte, dizendo que ela só tinha 15 dias de vida.

A partir de então, Carmem passou a ser perseguida pelo morador que, segundo ela, informou que já havia um pistoleiro, conhecido por Raimundo da Umburana, pronto para executá-la.

Ainda de acordo com relatos de moradores da comunidade, no dia 18 de junho, um grupo de 12 homens portando armas, chegou à comunidade ameaçando os moradores e à procura de Carmem. Em seguida, o mesmo grupo foi a outra comunidade, de nome Alegre, e procedeu da mesma forma: diziam que ou a comunidade deixava a terra livre para eles ou haveriam mortes.

Ainda segundo informações da comunidade, imediatamente, a Polícia Militar foi acionada, seguiu e capturou os pistoleiros, que informaram estar a serviço da Biobrax. Moradores ainda informaram que a empresa tem interesse em explorar minério e plantar pinhão-manso para a geração de biodiesel.

A comunidade de Campo Largo está assustada com o fato, mas permanece unida e organizada, resistindo à investida da empresa e defendendo os seus territórios.

Diante desse fato, denunciamos e exigimos providências das autoridades constituídas, para a que a comunidade continue com segurança e vivendo em harmonia com a natureza.

Comissão Pastoral da Terra – Diocese de Juazeiro, Bahia.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Expressão Popular nas Universidades

SEMANA DA EXPRESSÃO POPULAR NA UEFS (10 a 14/05)
“EXPRESSÃO POPULAR: 10 ANOS NA BATALHA DAS IDÉIAS”

A Editora Expressão Popular firmou-se como uma proposta editorial nascida das lutas sociais e políticas. Calcada num catálogo crítico e marxista (desde os clássicos até autores contemporâneos), esteve sempre voltada à formação política em seus mais diversos degraus, à de quadros até a de base.

Consolidou-se mantendo a independência política. A forma para fazer isso foi o trabalho militante e voluntário de inúmeros colaboradores. Isso possibilitou que os livros fossem comercializados a preços extremamente reduzidos, fazendo-os circular nos mais diversos espaços: movimentos, partidos, organizações populares e universidades.

Continuar cumprindo esse papel é um desafio para EEP e para todos aqueles e aquelas comprometidos/as com a transformação social.

Vida Longa a Expressão Popular!


PROGRAMAÇÃO:

10/05 – Abertura: Auditório IV, Módulo 7

14:00: Mesa 1 - O Marxismo na Batalha das Idéias

- Prof. Eurelino Coelho (LABELU-UEFS)

- Prof. Welington Silva (LEPEL-UEFS)

- Djacira Oliveira (Consulta Popular/MST)

11/05 – Auditório I, Módulo 1

18:00: Mesa 2: A Crise Ecológica e as Alternativas Contra-Hegemônicas: Debates da Agroecologia e dos Povos Tradicionais

- Prof. Luis Ferraro (DTEC-UEFS)

- Prof. Fábio Bandeira (DCBIO-UEFS)

- Gilmar (PJR)

12/05 – Auditório III, Módulo 5

18:00: Mesa 3 - As Transformações no Mundo do Trabalho: Impactos no Campo e na Cidade

- Prof. Cloves Araújo (DCIS-UEFS)

- Profª. Nacelice Freitas (DCHF-UEFS)

- Milton Viário (Confederação Nacional dos Metalúrgicos)
13/05 – Auditório III, Módulo 5
18:00: Mesa 4: Educação Popular e Transformação Social

- Ademar Bogo (Consulta Popular/MST)

- Profª. Maria Helena (PROEX-UEFS)

- Profª. Ludmila Cavalcanti (DEDU-UEFS)

14/05 – Auditório IV, Módulo 7

8:00: Mesa 5 - Lutas Populares no Brasil: Classes e Projetos em Disputa

- Prof. André Uzeda (DCHF-UEFS)

- Profª. Elizete Souza (DCHF-UEFS)

- Prof. Fábio Paes (UFRB)

14/05 – Auditório I, Módulo 1

14:00: Mesa 6: Acesso a Sáude Pública e o Significado da Luta pelo SUS

- Fernanda (Seminário Livre-UFBA)

- Alan Jonh (Lutar e Construir-UEFS)

- Fabrício (Médico)

OBS: Serão expedidos certificados da Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF) aos participantes para cada Mesa-Redonda.

sábado, 1 de maio de 2010

Loucos e insensatos

Por Gerivaldo Neiva
Juiz de Direito da Comarca de Conceiçãodo Coité (BA)

Trafegava nesta quinta-feira pela BR-324 (Salvador – Feira de Santana) e vi a marcha do MST pela rodovia. Saíram de Feira de Santana e a previsão de chegada a Salvador é na segunda-feira. São mais de 100 km de caminhada.

Fala-se em 5 mil ou 6 mil participantes. Vi muitos jovens e mulheres participando da marcha.

Segundo a imprensa local, “a manifestação tem como objetivos cobrar mais agilidade na reforma agrária no País e cobrar do governo a realização de obras negociadas em manifestações anteriores, como a construção de casas e escolas em 120 assentamentos no Estado”.

A marcha também tem o caráter de protesto contra a criminalização dos movimentos sociais e contra a impunidade no campo, afirmou o deputado estadual Valmir Assunção (PT), que integra a marcha.

Com ele, estão outras lideranças do partido na Bahia, como o vice-presidente estadual da legenda, Weldes Valeriano. Na programação dos participantes, estão previstas “caminhadas pela manhã e atividades culturais – como curso de formação política e exibição de filmes – nos outros períodos”.

Antes de encontrar os membros do MST em caminhada, parei em um posto para abastecer o carro e puxei conversa com o frentista sobre a marcha. Comecei perguntando se estavam muito na frente e ele me respondeu que tinham passado por ali na manhã anterior e que àquela hora (mais ou menos às nove da manhã) já deveriam ter levantado acampamento e estavam novamente na pista.

Em seguida, tentou me confortar argumentando que era feriado, o trânsito não estava intenso e talvez não encontrasse muito engarrafamento.

Respondi que não me incomodava muito, pois o MST tinha o direito de lutar e de se manifestar. Ele se animou para continuar a conversa e alegou que também gostava do MST e da coragem deles, mas não gostava quando se tornavam violentos, destruíam plantações e casas das fazendas invadidas. Desejei bom dia de trabalho ao frentista e segui viagem.

Depois que passei por aquela multidão de homens e mulheres, caminhado em duas filas indianas, cantando e demonstrando que estavam voluntariamente naquela caminhada, pensei comigo mesmo: são mesmo loucos e insensatos!

Ora, são mais de 100 km de caminhada e nesta época do ano costuma chover muito no recôncavo baiano. Loucos e insensatos, mesmo!

Mais na frente, lembrei-me da observação do frentista com relação à violência do MST e pensei: também, o que se pode esperar de loucos e insensatos?

Que vão entrar com muito cuidado nas fazendas que ocupam, cuidar bem da casa, deixar tudo limpo e arrumado? Não, nada disso. São loucos e insensatos!

Mas o que os levou à loucura e à insensatez?

Por que tantos jovens, moças e rapazes, já perderam a razão e os bons modos ainda na flor da idade?

Esta doença é hereditária e foi causada por mais de 500 anos de exclusão e opressão. No início, os índios, depois os negros, depois os posseiros e pequenos colonos foram excluídos da terra e lançados ao léu.

Agora, séculos depois, tornaram-se “sem-terra” e marcham pelas rodovias do país, moram em acampamentos, ocupam fazendas, derrubam laranjais, queimam sedes luxuosas, matam bois para comer a carne… São uns loucos e insensatos.

Sendo assim, diferente dos “doutores da lei”, eles não sabem distinguir os vários tipos de posse, não sabem distinguir posse de propriedade e, muito menos, o que sejam os tais “interditos proibitórios.”

Para eles, interessa somente a terra e os alimentos que dela brotam. Terra, portanto, não se confunde com posse e, muito menos, com propriedade.

Terra é mãe e produz alimentos, é o local, o espaço sagrado e detentor das possibilidades de continuidade da espécie humana sobre o planeta. Propriedade, de outro lado, é mera abstração, conceito, idéia, pedaço de papel, registro em cartório…

Não compreendem os loucos e insensatos do MST, enfim, por que tantos “letrados” andam dizendo por aí que a “propriedade” é um direito sagrado.

Ora, sagrada é a terra, e não a propriedade dela! Esse destino místico da terra, porém, não se realiza com pastos e pisadas de bois ou eucalipto para virar celulose, mas com a presença do homem, como se pertencessem um ao outro, plantando e colhendo, no cio da terra, alimentos para o mundo.

O homem, portanto, não pode impor qualquer função ou amarras à terra, pois ela já tem desde sempre o seu destino inafastável, que é oferecer a vida ao homem que lhe habita.

Pensando bem, aliás, o que seria da vida, da liberdade e do mundo sem os loucos e os insensatos?

sábado, 24 de abril de 2010

MST realiza marcha

Mais de cinco mil trabalhadores rurais Sem Terra devem participar da marcha de Feira de Santana a Salvador, que acontece entre os dias 19 e 26 de Abril. A marcha pretende chamar a atenção dos governos e da sociedade para a urgência da Reforma Agrária no Brasil, bem como para as recentes e reiteradas tentativas de criminalizar as lutas sociais no país.

Na Bahia, o movimento sofre com o atraso no processo de assentamento das mais de 25 mil famílias acampadas debaixo de lona preta. A falta de funcionários no Incra, a burocracia no licenciamento ambiental e a falta de empenho dos governos federal e estadual emperram a Reforma Agrária no estado.

Pautas negociadas em marchas anteriores ainda estão à espera de cumprimento, como assistência técnica, crédito e infra-estrutura (luz elétrica, construção de casas, estradas e escolas) nos cerca de 120 assentamentos das 9 regionais do MST no estado.

Marcha

Atividade integrante da Jornada Nacional de Lutas por Reforma Agrária 2010, a marcha contará com várias atividades artísticas e educativas, além de atos em parceria com outros movimentos sociais, nas cidades e comunidades por onde passará. Os Sem Terra percorrerão mais de 100 km pela BR 324, em sete dias de caminhada. Após as longas caminhadas da manhã, haverá cursos de formação política, oficinas de arte-educação e rodas de capoeira. O Cinema da Terra fará a exibição de diversos filmes que retratam a luta e a cultura dos povos, e os artistas da Reforma Agrária farão pequenas apresentações para animar as noites culturais e a caminhada. A Rádio Livre MST fará transmissões ao vivo, com informes e entrevistas.

Como parte das ações da Jornada, o movimento realizou neste mês cerca de quinze ocupações, até o momento. Pelo menos o dobro de ações são esperadas até a marcha.

domingo, 18 de abril de 2010

A barganha de Fausto

A barganha de Fausto

--------------------------------------------------------------------------------
É possível que o poder nuclear leve as civilizações a se autodestruírem
--------------------------------------------------------------------------------
Por Marcelo Gleiser

Retirado do UOL

Numa era nuclear, somos a exceção ou a regra? O encontro internacional sobre segurança nuclear, que ocorreu nesta semana em Washington, dá-nos a oportunidade de refletir sobre as causas dessa terrível situação. Considerando que nosso futuro será, em grande parte, determinado por nossa atitude perante a questão nuclear, é bom nos perguntarmos como chegamos até aqui, com o poder de destruir a civilização. O que isso nos diz sobre quem somos como espécie?

Talvez seja útil retornar a um tópico que, à primeira vista, pouco tem a ver com essa discussão ética: a existência de civilizações extraterrestres. No início da década de 1950, enquanto almoçava na lanchonete do laboratório de Los Alamos -o mesmo onde, alguns anos antes, a primeira bomba atômica foi construída-, o grande físico Enrico Fermi parou de comer e perguntou aos seus companheiros: "Onde está todo mundo?".

Seus amigos olharam em torno, procurando quem estava atrasado. "Não, estou falando dos alienígenas. Onde estão eles?"

Com um guardanapo e caneta, Fermi mostrou que, se nossa galáxia tem 10 bilhões de anos e um diâmetro de 100 mil anos-luz, uma civilização que houvesse aparecido, digamos, um milhão de anos antes da nossa teria tido tempo de sobra para colonizar a galáxia por inteiro. Sendo assim, insistiu, onde está todo mundo?

Existem várias respostas para essa questão, conhecida como "Paradoxo de Fermi". A que importa para a nossa discussão de hoje argumenta que os alienígenas não estão aqui porque toda civilização que é capaz de fabricar bombas nucleares se autodestrói. Sem dúvida, uma visão extremamente pessimista da história das civilizações.

Dado isso, devemos nos perguntar se nossa história sob o jugo das armas nucleares nos últimos 65 anos é exceção ou regra. Somos como esses alienígenas suicidas ou mais espertos?

Nossa aniquilação é inevitável ou será que seremos capazes de garantir nossa sobrevivência mesmo tendo em mãos armas de destruição em massa? Infelizmente, armas nucleares são monstros que jamais desaparecerão.

Nenhuma descoberta científica "desaparece". Uma vez revelada, permanece viva, mesmo se condenada como imoral por uma maioria. A barganha faustiana que acabamos por realizar com o poder tem um preço muito alto. É irreversível. Não podemos mais contemplar um mundo sem armas nucleares. Sendo assim, será que podemos contemplar um mundo com um futuro?

O medo e a ganância -uma combinação letal- trouxeram-nos até aqui. Por milhares de anos, cientistas e engenheiros serviram o Estado em troca de dinheiro e proteção. Cercamo-nos de inimigos reais ou virtuais e precisamos proteger nosso país e nossos lares a qualquer preço. O patriotismo é o maior responsável pela guerra. Não é à toa que Einstein queria ver as fronteiras abolidas.

Olhamos para o Brasil, os Estados Unidos e a Comunidade Europeia, onde fronteiras são cada vez mais invisíveis, e temos evidência empírica de que a união de Estados sem fronteiras leva à estabilidade e à sobrevivência. A menos que as coisas mudem profundamente (por exemplo, se São Paulo resolver se separar do resto do país...), é difícil ver essa estabilidade ameaçada. Será, então, que a solução -admito, extremamente remota- é um mundo sem fronteiras, uma sociedade de fato globalizada e economicamente integrada? Ou será que existe outro modo de garantir nossa sobrevivência a longo prazo com mísseis carregando armas nucleares apontados uns para os outros, prontos a serem detonados? O que você diz?
--------------------------------------------------------------------------------
MARCELO GLEISER é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA) e autor do livro "Criação Imperfeita"

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Pré-conceito não ajuda

Determinadas mensagens sobre Lula ou sobre qualquer outro político brasileiro, como a que me enviaram abaixo pode ser engraçada, mas não ajuda em nada o entendimento do papel da política na vida da cidade, do estado e do país. Política é correlação de forças e enquanto ficarmos esperando um salvador da pátria para resolver os problemas que só podem ser resolvidos pela organização social, pelos movimentos sociais organizados em torno de propostas debatidas por dentro de partidos é que poderemos pensar em mudanças substantitvas para o nosso país e para a democracia, esta, por exemplo, ainda resumida pela representatividade nas eleições. Quando chegaremos ao momento em que teremos no país uma democracia participativa? Cidadãos ou sujeitos históricos emancipados?

Tenho muitas críticas ao Lula. Mas como nunca votei no homem mas, sim, no projeto que ele encarnava, posso ficar tranquilo com os acertos e os tropeços. E embora tenha sido muitos, houve também muitos acertos que somente pessoas com ÓDIO DE CLASSE na veia e que adora pensar de forma maniqueísta (ou foi BOM ou foi RUIM) pode não aceitar que os oito anos do geverno lula, apesar dos pesares, foi muito mais satisfatório do que os do FHC, não é por menos que esta eleição está se tornando quase que plebiscitária e o PSDB não que nem de longe, que o FHC apareça para dar aquela força.

Dilma ou Serra? Se quisermos solidificar as conquistas e ampliá-la, é só olhar com pacimônia a história e verificar que Dilma é a melhor candidata. O tempo dos representantes do neoliberalismo brasileiro já se foi. O DEM (ex-PFL), tá quase morto. Precisamos matar também o PSDB. Esse é um momento ímpar para o Brasil voltar a ser um país com pensamento progressista, tão como na época de JANGO, que os militares resolveram matar.

Tudo isso consciente do que Gramsci nos ensinou, de que o ESTADO é o gerente da burguesia, e de que não será na super-estrutura que as mudanças substantivas virão, apesar de ainda precisarmos dela, mas da estrutura, da relação do homem e das mulheres com os outros homens e mulheres organizados socialmente e tendo claro que sob o domínio do capital, não há alternativa viável para a emancipação humana.

Nos organizemos, lutemos, pois a direita combalida não tá morta, e ela vai fazer tudo para voltar a ter as rédeas do estado.

Abraços fraternos

Welington
********************************************
Virei casaca pro lado do Lula

Hoje, refletindo sobre o efeito do nada, sobre o porra nenhuma, me dei conta de que o Brasil é o único país do mundo:

a) governado por um alcóolatra que instituiu uma lei seca,

b) um analfabeto que assinou uma reforma ortográfica,

b) tem um filho formado em porra nenhuma, que é o gênio das finanças, e

c) teve a cara de pau de pedir a Deus para dar INTELIGÊNCIA a Barack Obama, que é formado em Harvard.


Depois disso, EU TINHA QUE MUDAR DE LADO. Resolvi lular

Que me desculpem os meus amigos e, por favor, não me critiquem, nem mandem e-mail's indignados.

Antes, reflitam melhor sobre a situação atual. Tenho certeza que também ficarão ao lado do Lula.

Afinal, se eu ficar atrás... ele me caga e se eu ficar na frente... ele me fode.


Portanto, a melhor opção é ficar ao lado dele.

ENQUANTO ISSO, ESPERO E SONHO QUE TUDO VOLTE AO NORMAL ..

Será o dia em que:

ARRUDA será uma simples plantinha pra espantar mal olhado;

GENUINO será algo verdadeiro;

GENRO apenas o marido da filha;

SEVERINO apenas o porteiro do prédio;

FREUD voltará a ser o só criador da Psicanálise;
LORENZETTI será só uma marca de chuveiro;

GREENHALGH voltará a ser um almirante que participou de nossa história;

Dirceu, Palloci, Delúbio, Silvio Pereira, Berzoini,Gedimar,Valdebran, Bargas, Expedito Veloso, Gushiken, Renan etc, serão simples.... presidiários.


E LULA APENAS UM FRUTO DO MAR.

Finalmente, quando olho meu titulo de eleitor, velhinho, coitado, sempre usado desde 1976 e vejo o Lula aliado ao Collor e, pasmem, na defesa da vida ilibada dos Sarneys, concluo que entendo o verdadeiro significado do nome 'ZONA ELEITORAL' escrito nele!